Curso EAD.


Em breve o Coisas do Gustavo estará com novidade, vem ai um curso preparatório para concursos para auxiliar de biblioteca.

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Testando o wordpress no celular… um novo recomeço?

Devaneios biblioteconômicos…


Hoje deu vontade de escrever algo diferente.

Atrasou

Atrasou, e agora?
Sempre foi na data certa, nunca tinha atrasado;
Minha mãe já perguntou e eu não soube responder;
Meu namorado também perguntou, e ficou aflito quando disse que estava atrasada;
E agora, o que será da minha vida?
Será que vou perder o curso?
Será que vou perder o semestre?
Ah, seja o que Deus quiser, essa hora tinha que chegar;
Como é ruim atrasar livro na biblioteca e uma multa ter que pagar.

Gustavo Nogueira
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Me use, não me importo

Me olhe,
Me cheire, me use
Com seus dedos e seu olhar,
Sim, com tudo isso me abuse;
Me leve contigo, na cama ou no sofá,
Mas se lembre que não gosto de me molhar;
Nada é proibido,
Me deixe entrar em ti e te prometo,
Posso também estimular sua libido;
Mas depois de ti, tens que me passar, pois livro bom não para de circular.

Gustavo Nogueira

Dê adeus às bibliotecas ?!


Quem é bibliotecário, ou estudante de biblioteconomia, quase todo dia se depara com certos absurdos referente a falta de conhecimento das pessoas em relação à nossa área.

Até certo ponto é comum, por se tratar de uma área de base, onde a rotatividade do usuário, ou cliente, é muito grande.

Mas recentemente no FaceBook me deparei com um link para uma notícia que ao ler, além de ficar estarrecido pela falta de conhecimento do reporter, sobre a profissão do bibliotecário, ainda há a falta de respeito com toda uma classe.

Reclamar aos CRBs e CFB é uma das alternativas, mas preferi consultar o código de ética da profissão de jornalista e enviar diretamente para eles uma reclamação.

Segue o texto do e-mail que enviei para Associação Brasileira de Imprensa (ABI) nos e-mails presidencia@abi.org.br, csind@abi.org.br, vicepresidencia@abi.org.br

Fique a vontade para copiar e enviar

Escrevo para esta Associação solicitando providências junto ao jornalista  Luís Antônio Giron  em vista da matéria publicada em (http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html) onde o mesmo transgride os artigos 2º, 7º e 14º do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, de acordo com a versão disponível em  (http://www.abi.org.br/paginaindividual.asp?id=450) .

A profissão de Bibliotecário, ao contrário do que pensa o jornalista em questão, é uma profissão regulamentada pela Lei 4.084, e que de acordo com o CBO (código Brasileiro de Ocupações) é pertencente ao mesmo CBO dos Jornalistas, o de Profissional da Informação. 
Julgar uma classe pelo atendimento de um “profissional” que desempenha suas funções indevidamente é de gigantesca irresponsabilidade, outrossim, se faz necessário esclarecer se a pessoa que o atendeu na Biblioteca é realmente um bibliotecário ou um auxiliar de bibliotecas, professor aposentado, ou simplesmente um funcionário sem qualificação que ali fora lotado.

Frente as afrontas e jugamentos feitos pelo “profissional” na supracitada matéria, especialmente na passagem em que diz “A bibliotecária me atendeu com aquela suave descortesia típica dessa categoria profissional”, na qualidade de Bibliotecário, devidamente graduado, com registro em conselho de Classe, reinvidico, junto a esta Associação uma retratação pública do mesmo.

Vale ressaltar que uma Biblioteca é sempre interligada à alguma Secretaria de cultura/educação ou órgão superior, no caso da biblioteca pública uma prefeitura/Estado ou secretaria de educação/Cultura. Podendo aproveitar as “credenciais” de jornalista e investigar o descaso da administração pública com a unidade de informação em questão, atacou uma classe profissional que muito vem batalhando em prol da educação e cultura no país. 

Afirmo isso pois se o mesmo tivesse ao menos investigado iria perceber. Se ao menos tivesse visitado uma biblioteca universitária, iria ver o quanto é utilizada e útil, se ao menos tivesse entrevistado a “bibliotecária” poderia ter tomado nota dos “porquês” da atual situação do ambiente. Se ao menos tivesse procurado o a Internet para saber o que faz um bibliotecário, não teria falado tanta abobrinha expondo a profissão. Mas acredito que nem ao menos frequentou este espaço, a biblioteca, em sua graduação, para não ter essa noção.

Espero estar me reportando ao órgão competente para tais providências. 

Atenciosamente,

Apostila para Assistente de serviços de documentação, informação e pesquisa


Você procurou, e agora achou.

Apostila Assistente de Serviços de  Documentação, Informação e Pesquisa
Apostila Assistente de Serviços de Documentação, Informação e Pesquisa

Já está a venda a apostila para o cargo de  Assistente de serviços de documentação, informação e pesquisado concurso da UNESP (UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA “JÚLIO DE MESQUITA FILHO” )

Toda parte conceitual foi elaborada com base no edital Nº 01/2012 da Fundação VUNESP.

É importante esclarecer que basicamente se trata de um edital voltado para o cargo de Auxiliar de biblioteca com algumas exigências a mais no edital. A prova promete ser bem peculiar.

Confira.

Comercializada exclusivamente em formato impresso.

Investimento: R$ 45,00 + Frete.

Contato: giulianne.monteiro@gmail.com

Apostila de auxiliar de Biblioteca para concurso


Pois é, depois de vários pedidos, ela apareceu.

A apostila Auxiliar de Biblioteca: Questões comentadas está prontinha para

Auxiliar de Biblioteca: questões comentadas
Auxiliar de Biblioteca: questões comentadas

quem vai prestar concurso para o cargo de auxiliar de biblioteca.

São mais de 50 questões respondidas e comentadas, com explicações sobre a resposta de cada questão e digas para obter um melhor resultado nos concursos. SÓ QUESTÕES ESPECÍFICAS.

Utilizei a mesta tática de estudo que usei para estudar quando passei no concurso da UFS.

Investimento de R$30,00 para ficar mais bem preparado para os concursos em auxiliar de biblioteca.

Vendida em exclusivamente em versão impressa.

Garanta já o seu e bons estudos.

Vendas: giulianne.monteiro@gmail.com

Uso, Acesso à informação e o apelo midiático


Falar do uso e acesso à informação, para profissionais da área de ciência da informação, dá sempre muito “pano pra manga”.

Quem tem acesso às fontes de informações e aqueles que são responsáveis por sua disseminação, tem em suas mãos uma ferramenta de tamanho poder e que muitas vezes utilizam para fins comerciais. Esse uso não pode ser tido como “mercenário” ou que mereça críticas, afinal de contas, num mundo onde a informação, além de poder, é moeda de troca e de comercialização assim como toda e qualquer mercadoria.

Um exemplo simples para se ilustrar o que afirmo acima são as emissoras de (tele)comunicação, que vendem espaços publicitários em sua programação, se baseando na auto-credibilidade que acreditam ter em vista da influência que supostamente exercem em seus (tele)espectadores.

No final do mês de setembro desse ano, assisti uma reportagem da TV Record sobre a Paraíba, onde mostrou, claro, as belezas naturais do litoral, a praia de Tambaba, etc e tal, mas quando a reportagem adentrou o interior do Estado foi um desastre por cima de desastre.

Indicou a cidade de Campina Grande como situada no Sertão paraibano, onde na verdade é uma cidade que fica na região conhecida como “planalto da Borborema” sendo mais exatamente no Agreste do Estado.

Entrada de Campina Grande segundo a TV Record
Entrada de Campina Grande segundo a TV Record

A imagem que foi apresentada ao início da fala sobre a cidade foi a de uma estrada de terra batida, onde uma caminhonete passava e levantava poeira, dando a entender que o acesso à cidade, no sentido capital / interior, era dessa forma, quando na verdade o acesso a cidade é pela BR 230 que, diga-se de passagem, é duplicada e asfaltada.

Entrada de Campina Grande - BR 230
Entrada de Campina Grande - BR 230 - sentido João Pessoa / Campina

Se for listar todos os “absurdos” cometidos pela produção da reportagem, passaria horas digitando e você, caro leitor, a ler cansativamente.

Assim, relato apenas mais um absurdo, onde mostraram a “feira do troca-troca”, um local onde a moeda de troca é o próprio produto e o repórter comprou uma galinha viva por 2 reais, depois a trocou por por um relógio digital, depois por um relógio de ponteiros e finalmente por verduras. Referiram-se como sendo o a feira central da cidade.

Um fato interessante é que Campina Grande chega a ser mais populosa que a cidade histórica fluminense de Petrópolis que tem 296 044 habitantes enquanto Campina Grande registra 387 643 habitantes, segundo o IBGE (Fonte: IBGE, 2011)

Se a reportagem tivesse ao menos consultado o Google e a Wikipédia, apresentaria um conteúdo TOTALMENTE  diferente.

A falta de escrúpulos da reportagem em mostrar uma região rica, desenvolvida como uma área rural, com comércio totalmente informal e sem nenhum desenvolvimento econômico ficou nítido, mas apenas para quem conhece ou já pesquisou sobre a cidade e a região.

O apelo comercial da mídia em explorar e exibir apenas o que “querem” é uma forma de iludir e mentir para os (tele)espectadores, como também os anunciantes que pagam pelo espaço publicitário.

A informação tem que ser passada de forma fidedigna, isenta de pontos de vista, a não ser que se trate de uma autoridade no assunto.

Não sou jornalista, não sou paraibano. Sou um bibliotecário preocupado com o tipo de acesso e uso que se dá para a informação.

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Quem desejar, pode assistir a matéria na integra em http://noticias.r7.com/videos/praia-naturista-feira-de-troca-e-preguicas-na-praca-sao-curiosidades-da-paraiba/idmedia/4e7fc77bfc9b654c6cad5eb1.html

Teoria e prática em sala de aula


Já há um tempão que não “falo” nada aqui no blog. Acreditem, não por falta do que postar, sim por falta de tempo.

Mas aqui não pretendo fazer nenhum momento ‘confessionário, me desculpem pela demora’, vim falar um pouco sobre a palestra/aula que dei, junto com a colega de trabalho, Susiquine, à uma turma do curso de Biblioteconomia da UFPB.

A convite da Professora Suzana, fomos falar um pouco sobre a realidade, a prática em si do serviço de referência para seus alunos, pois ela já tinha visto com eles a parte teórica.

Foi uma experiência bem interessante, pois os estudantes puderam ouvir relatos, alguns bem bizarros, sobre as práticas do serviço de referência, sobre o dia-a-dia do profissional que atua nessa área.

Depois da palestra, percebi o quanto é interessante e salutar para os estudantes, esse contato com os profissionais, que por mais que estejamos todos os dias no nosso local de trabalho, onde eles podem ir lá, o contato na sala de aula é diferente.

Lembrei do período de graduação em Biblioteconomia na UFRN, onde por algumas vezes tivemos essa experiência.

Uma pena ver que a grande maioria das disciplinas dos cursos de biblioteconomia, ainda, não adotaram essa prática, a de convidar profissionais para irem dar seu depoimento, tirarem dúvidas, logo após o estudo da teoria. Sei também que muitos o fazem, os quais deveriam ser “imitados”.

Alguns vão dizer que “para isso existe o estágio supervisionado”, mas vamos e convenhamos, aguardar 2, 3 até 4 semestres/períodos é tempo demais. Nada como dar prosseguimento ao estudo já com uma consciência sobre as práticas REAIS da atividade profissional.

Não penso que isso seja apenas responsabilidade dos professores, mas também dos próprios bibliotecários estarem a disposição para saírem de suas salas frias (ou quentes).  Não precisa ter especialização, mestrado ou doutorado para colaborar com a formação dos futuros colegas, precisa ter apenas boa vontade em colaborar.

Já estive em sala de aula com outros estudantes de biblioteconomia e em outras universidades, mas estar falando da atividade que você desempenha é bem diferente de falar sobre uma temática que você domina, pois é expor seus hábitos e postura profissional para aqueles que acabaram de ver a teoria, ou seja, é quase uma situação de julgamento.

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